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Desde o marco inicial da raca Mangalarga Marchador em 1822, até os dias de hoje, temos observado uma difícil trajetória da raça rumo à fixação das caracteristicas morfo-funcionais e, principalmente, da evolução no aprimoramento zootécnico. Ainda assim, é a maior raca do Brasil e da América do Sul, em número de animais oficialmente registrados e numero de associados. Esta façanha é mérito de uma raça de fácil manejo, rústica, de criação econômica, perfeitamente adaptada às condições de clima tropical. Seus representantes são animais dóceis e ao mesmo tempo de bom temperamento de sela, briosos, resistentes e corajosos, cujo agrupamento remanescente da legítima marcha conquistou, e continua conquistando, adeptos de sul a norte do pais,  apesar do andamento atípico que há anos vem sendo premiado nas exposições oficiais.

Alguns acontecimentos que dificultaram, e ainda dificultam, a trajetória na busca da evolução do aprimoramento genético:

- A fase que antecedeu a fundação da ABCCMM, quando acontecia a “mestiçagem” com animais de biótipos Mangalarga e Campolina e com andamentos atípicos, em especial a Marcha Trotada, o andamento que originou a raça Mangalarga;

- A disputa pelo nome Mangalarga, culminando na divisão entre “Paulista” e “Mineiro”, através da fundação da entidade originalmente denominada Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo Marchador da Raca Mangalarga;

- O Registro Genealógico de garanhões em Livro Aberto no período pós fechamento do Livro de Registro para machos;

- A Fase em que as provas funcionais ganharam destaque extremo nas exposições, reduzindo a importância da marcha;

- A fase em que a equitação da raça foi orientada por um especialista da equitação militar, resultando na perda de uma parte relevante da identidade da raça, relativa ao arreamento original, os tipos de embocaduras, a vestimenta, o estilo da equitação;

- A valorização de linhagens antigas e criatórios contemporâneos cujo atributo maior não era a M.T.A.D. – Marcha de Tríplices Apoios Definidos, mas sim a marcha excessivamente diagonalizada, a qual, academicamente não se enquadra como andamento marchado, mas sim como andamento transicional, porque os momentos de triplices apoios sao indefinidos, com maior prevalência dos momentos de apoios monopedais, e até mesmo da supensão. Nesta segunda situação, o andamento pode ser zootecnicamente classificado de Marcha Trotada ou Trote Convencional. Na primeira situação o andamento pode ser zootecnicamente classificado de Marcha Trotada ou Trote Desunido;

- A perda do andamento original da raça, que foi a Marcha Batida Clássica, devido a valorização do andamento excessivamente diagonalizado, sem enquadramento na definição oficial do Padrão Racial, que estabelece a alternância de apoios diagonais e laterais, sempre com ocorrência de momentos de tríplices apoios;

- As falcatruas em um numero significativo de Registros Genealógicos, resultando na intervenção do Ministério da Agricultura;

- O grande número de animais de origem Mangalarga incialmente admitidos no Registro Genealógico e, posteriormente, premiados como campeões, sem apresentarem as caracteristicas morfológicas intrinsecas à raça Mangalarga Marchador e/ou a marcha de Triplices apoios;

- O desrespeito à definição oficial do Andamento no Padrão Racial, sob “vistas grossas” de um Ministério da Agricultura co-responsável pelo SRG – Serviço de Registro Genealógico, que é a ferramenta que possibilita a preservação e o melhoramento genético de uma raça, ao contrário do que vem ocorrendo nas exposições chanceladas pela ABCCMM, através da premiação de campeões que se enquadram perfeitamente no Padrão Racial de outra raça, a Mangalarga, que também teve o Registro Genealógico homologado pelo Ministerio da Agricultura. Em outras palavras, o Ministério não poderia aceitar o registro de animais de raças distintas apresentando o mesmo andamento. Afinal, o principio básico da definição de raça é ser um “agrupamento de individuos que apresentam caracteristicas em comum, distintas de outras raças”.

 

 

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