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  TREINABILIDADE EM CAVALOS MARCHADORES

* Lúcio Sérgio de Andrade Zootecnista

A treinabilidade é um atributo dos mais relevantes em cavalos marchadores. Ela pode ser definida como sendo o grau de facilidade em ser adestrado. Sua importância é tanto maior quanto mais avançado for o adestramento.

Os fatores determinantes de uma boa treinabilidade são: herança genética, docilidade com disposição, inteligência, primeiras experiências.

O fator genético pode ser avaliado através da qualidade do desempenho dos pais, avós e bisavós. A partir da terceira geração a contribuição genética é pouco significativa. Além das diferenças individuais, existem linhagens e famílias de melhor ou pior treinabilidade

A docilidade, quando associada a um temperamento linfático, não favorece a boa treinabilidade. O treinador precisa se desdobrar na aplicação de comandos principais e auxiliares. Ao contrário, cavalos ativos, briosos, árdegos e dóceis, geralmente são fáceis de serem treinados, apesar de exigirem mais sensibilidade. O temperamento é o aspecto mais importante do caráter de um cavalo. Ainda assim, vem sendo sub-valorizado por um grane numero de criadores em potencial.

O terceiro fator, a inteligência, talvez seja o mais importante, estando relacionada à capacidade de aprendizagem, de rápida assimilação das lições, a fácil integração com o treinador. Geralmente, os cavalos apresentam pouca habilidade conclusiva de situações diversas que lhe são apresentadas pelos treinadores. A capacidade de concentração é mínima, o que explica a pouca produtividade de lições muito longas. Em compensação, a habilidade de aprendizagem é muito desenvolvida, principalmente devido à excelente memória e à inteligência. O cavalo não tem a capacidade analítica de experiências vividas, mas lembra com facilidade de todas, gravadas na memória.

O quarto fator, as primeiras experiências, afetam as respostas do cavalo, pois um cavalo raramente esquece os maus tratos. Assim, uma experiência ruim em idade jovem, pode tornar o treinamento futuro mais difícil. A boa memória do cavalo deve ser positivamente explorada, pela facilidade de lembrar as boas experiências e as repetições positivas do aprendizado. O segredo em ser treinador está na paciência, na sensibilidade em recompensar e saber punir nos momentos certos.

A treinabilidade já pode ser avaliada a partir do início do adestramento básico de cabresto, por volta dos 5 – 6 meses de idade. Em seguida, os animais de exposição são introduzidos em programa de treinamento de cabresto para julgamento de morfologia e andamento. Nesta fase, muitos animais jovens podem ser arruinados, tanto pelo excesso de tempo das lições, como pelo mal uso do chicote de treinamento, na ânsia do treinador ensinar a boa colocação de membros, pescoço, cabeça, orelhas.

Por volta dos 30 meses de idade, os animais são iniciados no adestramento básico de sela, culminando com o adestramento avançado, direcionado ao tipo de atividade a ser desempenhada – concursos de marcha, cavalgadas, enduros, provas funcionais de maneabilidade. No adestramento básico de sela, que tem inicio através do charreteamento, animais de boa treinabilidade aprendem rapidamente a responder aos comandos vocais de virar à esquerda, virar à direita, parar, caminhar, marchar, recuar. Um treinador que se preze, jamais deixa de usar os comandos vocais.

A boa treinabilidade facilita todas as etapas do manejo geral e gera um cavalo mais utilitário. Um cavalo de boa treinabilidade é educado muito mais pelas recompensas do que pelas punições.

        

 

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