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LIVROS DE MEIO SANGUE

A.P.Toledo – engenheiro, criador de marchadores, Vet Assistant (USA) e coordenador do Analoc-E
toledo@toledohorse.com.br

 

Vivendo a época atual dos cruzamentos e modismos, quase sempre à procura de uma melhor morfologia, estou colocando uma proposta com o forte argumento de aumentar o mercado, para os nossos cavalos marchadores de marcha completa.

Muitos criadores, mais novos ou mais experientes, podem indagar o porquê do adjetivo “completa”, no termo “marcha completa”.
Explico que em qualquer tratado clássico de andamentos do cavalo, a marcha apresenta oito apoios, sendo quatro triplos, intercalados por dois apoios diagonais e dois laterais. A marcha tem o mesmo diagrama do passo, porém com velocidades maiores (média de 12 a 13 k/h), conforme estudos com o Analoc-E nas diversas raças brasileiras de marcha. Esta marcha é chamada de clássica ou completa, para diferenciar das outras variedades de marcha que são incompletas.

A marcha trotada, transicional, é incompleta, porque não atende ao diagrama clássico dos quatro apoios triplos, com os respectivos laterais, substituídos, quase sempre, por apoios monopedais e quádruplos.

Nasci no Sul de Minas, na década de 40, vendo alguns animais marchadores e bonitos, oriundos, principalmente, do cruzamento do MM (Manga-larga Marchador) com o Campolina, conhecidos como “mangolinas”.
Outro cruzamento, menos comum, era o de Campolina com o Manga-larga, que eram bonitos, mas nem sempre de marcha completa.
Estes animais acabaram como proscritos nas três associações citadas.
Mas, tenho visto em alguns criatórios os “mangolinas” de marcha completa, como montaria predileta dos proprietários e peões.

Toda idéia tem vantagens e pode ter desvantagens. Entretanto, as desvantagens, no momento, não as vejo.

A criação de livros de cavalos meio-sangue existe em outras raças como o Quarto de Milha (variedade corrida cruzado com PSI), no Árabe (variedade e raça anglo-árabe) e outras.
As vantagens são inúmeras, podendo citar, antes de tudo, o atendimento de outras faixas e exigências de mercado.
Numa época de evasão de associados e diminuição da renda de várias associações, devido, ainda, á diminuição dos cavalos controlados e registrados, a proposta atual só traria benefícios.
Maior quantidade de adeptos, maior quantidade de coberturas e valorização de bons reprodutores, com maior quantidade de emolumentos para as associações.

Por outro lado, verifiquei junto a criadores estrangeiros, em diversas ocasiões, que o fenótipo preferido no exterior é um pouco maior na altura de cernelha e com maior índice morfológico (perímetro toráxico e arqueamento de costelas), em relação a algumas raças de marcha como o MM, American Saddlebred, etc. Isto, sem perder as suas qualidades de marcha completa.
Este animal chama-se “mangolina” ou “meio-sangue”.
Além do mais, a variedade de pelagens, sobretudo o pampa de preto tem mercado interno e externo garantidos.

Com os recursos atuais, o controle dos cruzamentos não seria impossível por parte das associações. É claro que seriam criadas algumas regras. Mas, isto fica por conta de cada uma das raças envolvidas.

Fica aqui a minha proposta como instrumento de marketing para todas as associações de marchadores. A fruta deve ser comida ainda madura no pé, para não cair deteriorada no chão. Boas idéias precisam ser colocadas em prática.

Se abrirem o livro, serei um dos primeiros a registrar estes animais, para atender os mercados interno e externo, sem deixar de criar um verdadeiro MM de marcha completa. Paixão mineira entranhada no meu DNA.

 

 

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