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CONHEÇA A MORFOLOGIA E AS POSSIBILIDADES  DO SEU CAVALO MARCHADOR.

A.P.Toledo – engenheiro, vet-assistant e farrier (USA), criador de cavalos de marcha, pesquisador da biomecânica de sustentação e locomoção dos eqüídeos; autor de várias publicações e livros  e  coordenador do sistema ANALOC-E.

Muitas são as mensurações efetuadas por ocasião do registro definitivo do seu cavalo. Você sabe qual a real utilidade de cada uma delas?
Na verdade, algumas mensurações foram herdadas de “usos e costumes” do PSI, como, por exemplo,  o perímetro de canela, que no animal de corrida serve para avaliar a sua evolução óssea e o seu amadurecimento e aptidão para o treinamento em diferentes distâncias. Uma boa leitura sobre isto pode ser encontrada no Cap. X  do livro de Sérgio Barcelos – Cavalos de Corrida – uma Alegria Eterna
No nosso cavalo marchador, em trabalho desenvolvido oficialmente, há alguns anos atrás, para a ABCCMM e por nossa  iniciativa própria,  para animais da raça Campolina,  mostramos que algumas mensurações, ainda não executadas, são, no entanto,  mais importantes e fundamentais para as aptidões da biomecânica da marcha e de funções de agilidade, intrínsecas às funções do cavalo. Estas mensurações foram incorporadas à rotina dos técnicos de registro e, algum tempo depois, foram sendo deixadas de lado. Não vai aqui nenhuma crítica aos padrões atuais, mas certamente o alerta de que “falta pesquisa” aos órgãos de fomento técnico das nossas associações marchadoras. E as poucas que existem, como esta, parecem ser ignoradas.

Angulações de paleta e de paleta-braço dos cavalos marchadores, assim como em todas as raças, têm influência direta na linha alta (proporção dorso-lombo-garupa) e na linha baixa, incluindo a base de tudo que é “a sustentação e a locomoção”, por meio do ângulo do digital e dos aprumos ântero-posterior e médio-lateral dos locomotores do  cavalo.

Para simplificar a questão, faço duas perguntas que o criador, treinador  ou responsável técnico deveria saber na ponta da língua:
1 – O seu cavalo tem braço caído?
2 – Qual o ângulo ideal para alinhamento do eixo ântero-posterior (visto de lado) do digital do seu cavalo?

Veja as constatações da planilha de parâmetros biomecânicos da marcha e os comentários a seguir sobre os diversos animais da amostra.

Para visualizar esta imagem ampliada clique nela.

 

COMENTÁRIOS:
1 – Os animais assinalados em amarelo têm ângulo de paleta (escápulo-umeral) ACIMA da média (95 graus) e comprimentos de passada entre 7 e 28% ABAIXO da média (1,98m).  Estes animais têm braço caído. Eles precisam de mais passadas para percorrer a mesma distância, quando comparados a animais melhor conformados e na mesma velocidade.  
Esta mensuração é feita com o Nível de Escápula e Aprumos ou artro-goniômetro.

2 – Os ângulos de paleta (escápula) desses animais (assinalados em amarelo) são sistemáticamente  superiores (acima de 56 graus) aos demais que apresentam  ângulo de escápula entre 55 e 56 graus.   A aparação de cascos deve considerar nos cascos anteriores o mesmo ângulo da escápula, para garantir a chamada “condição anatômica ideal“. Esta é a condição  que garante, ao cavalo, o máximo de performance com o mínimo de afecções, além de uma marcha avante e com estilo.

Em vários artigos técnicos é possível ver a influência do eixo digital (ântero-posterior) no vôo do casco e na conseqüente elevação exagerada dos membros, quando o ângulo de casco é inferior ao da escápula (cascos achinelados). Esta elevação tem sido usada, muitas vezes, de forma inadequada e sob a denominação de  “ gesto de marcha”. Estes artigos estão vistos no site www.toledohorse.com.br

Um estudo sobre o ângulo do digital em suas diversas formas – O SOBRE ALCANCE DOS CASCOS – pode ser visto no link:
http://www.toledohorse.com.br/portugues/jornal.asp?codigo=38

Podemos escolher os cruzamentos, mas devemos conhecer os parâmetros mais importantes para a performance dos nossos cavalos marchadores. A genética pode somar qualidades e também defeitos, não é?
Afinal, a criação de cavalos reúne quase sempre a paixão, mas não deve deixar de lado a razão.
Como dizia um  certo  “lorde inglês”: Se você fizer tudo certo na criação do cavalo, o seu sucesso é incerto. Mas, se você não fizer tudo certo, o seu insucesso é certo!
Se você quiser conhecer mais sobre o assunto, leia o LIVRO DA MARCHA –A.P.Toledo – 142 págs. E peça pelo email:
toledo@toledohorse.com.br

  

 

 

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