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EFEITO ALAVANCA – II PARTE -  VOCE SABE COMO EXPLORAR CORRETAMENTE NOS MODELOS DE FREIO ADEQUADOS À EQUITAÇÃO DE CAVALOS MARCHADORES?

                                                                
*Lúcio Sérgio de Andrade


O efeito alavanca é o principio da ação do freio, que pode ser o convencional, de bocal com curvatura ao centro, chamada comumente de passador de lingua ou ponte, ou o bocal de articulação central, como no freio-bridão, que combina as duas ações – de freio e de bridão, podendo ser ação integrada ou independente. O efeito alavanca é entendido como sendo a força exercida pelas hastes do freio convencional, ou do freio-bridão, na barbela, sendo a força sentida pelo cavalo na forma da pressão da barbela no queixo. A barbela padrão é a de corrente e a opcional de couro. Se a barbela tem elos simples, finos e pequenos, será de ação severa. Se tem elos grandes e grossos, será de ação moderada. Se a barbela tem elos duplos será de ação moderada, e se for de elos duplos e planos será de ação branda. Portanto, o principio da ação do efeito alavanca é o equilibrio entre comprimento/inclinação das hastes e tipo de barbela, para que a ação possa ser moderada, que é a universal, mais facil de ser aceita pela maioria dos cavalos e éguas, com menos risco de desenvolver defeitos nos andamentos.

O ajuste correto da barbela é imprescindivel para que ocorre o efeito alavanca de forma correta.  A folga entre barbela e queixo deve ser entre um a dois dedos. Se a barbela está muito apertada, a pressão no queixo será muito forte, causando desconforto, até mesmo na forma de dor com ferimento. Ao contrário, se a barbela está muito folgada, a curvatura do bocal não será travada no palato, perdendo eficiencia na ação e podendo causar ferimento, pelo atrito decorrente da movimentação da curvatura do bocal.

O freio é a ultima embocadura a ser usada, sendo a embocadura profissional, aquela que oferece mais recursos para finalizar o adestramento com refinamento. Muitos cavalos e éguas são erradamente tidos como ja finalizados no adestramento quando ainda estão usando o freio-bridão. Raramente tive oportunidade de montar em cavalo, ou égua, ainda no freio-bridão, que estivesse perfeitamente finalizado no adestramento. Considero o adestramento perfeitamente finalizado quando os comandos de rédeas são totalmente suaves em todos os andamentos, paradas, esbarros, viradas para ambos os lados e recuo. Em todas essas evoluções, o que requer mais o uso do freio para refinar as respostas aos comandos de rédeas é no esbarro executado em um galope alongado, no recuo e nos volteios mais radicais ao galope tambem alongado como, por exemplo, nas provas funcionais, entre balizas ou tambores.

O freio exerce três efeitos principais – do bocal pressionando as comissuras labiais, da curvatura do bocal pressionando o palato e da barbela pressionando o queixo. Os dois efeitos secundarios são do bocal pressionando as barras e a lingua. Quanto mais alta a curvatura do bocal mais severa é a ação do freio. Quanto mais longas, e retas, as hastes, mais forte a ação do efeito alavanca.

O freio convencional tem curvatura do bocal simples, sem articulação, podendo ser em formato de U, V invertido ou meia lua. O que melhor encaixa no palato é o de formato em U. Os freios especiais tem curvatura do bocal em formato “spoon” (colher) e “spade” (espada). Há ainda os freios corretivos, de curvatura do bocal duplo articulada e estagios de regulagem nas hastes, como no freio-bridão. As variações nas hastes são em relação ao comprimento e inclinação.



Freio convencional, de bocal sem articulação na curvatura central (passador de lingua), mas de articulação com as hastes, para amenizar o efeito alavanca, permitindo que as hastes girem até o ponto de inicio do efeito alavanca. Se o freio é de bocal fixo nas hastes, a ação do efeito alavanca será sentida de imediato pelo cavalo, às vezes de forma mais severa, na forma de um tranco na região bucal e mandibular, dependendo da força da pressão na rédea para as viradas. Modelo especial, por ter o bocal achatado, em forma de U para melhor encaixe no palato e tem massageadores de cobre nas laterais. Hastes longas, porem bem curvadas, equilibrando o efeito alavanca. Embocadura vendida na Loja Virtual do Cavalo de Marcha –
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Freio convencional especial, de bocal sem articulação na curvatura central (passador de lingua), porem de hastes com 2 estágios de regulagem e com possibilidade de usar francalete como estagio intermediario. Especial tambem pelo formato da curvatura do bocal, achatado, em formato U, para encaixe correto no palato, bocal de ferro com infiltração de cobre, para favorecer a melhor aceitação. Embocadura vendida na Loja Virtual do Cavalo de Marcha –
www.equicenterpublicacoes.com.br



Freio convencional duplo articulado, corretivo, para uso em cavalos que ja usaram o freio convencional. O objetivo é ter mais recurso para refinar o adestramento, explorando a duplo articulação da curvatura do bocal, para forçar pressão localizada em um dos lados da boca e tambem na lingua. O bocal com curvatura em forma de U, para proporcionar encaixe correto no palato, sendo de cobre, para estimular a salivação. O  olhal é em D (semelhante ao olhal do freio-bridão “Espanhol”), tendo 3 niveis de regulagem do efeito alavanca. Embocadura vendida na Loja Virtual do Cavalo de Marcha –
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Freio corretivo duplo articulado, bocal de curvatura baixa, com massageador de palato, e massageadores em cobre nas laterais do bocal. Hastes de comprimento médio e com 2 estagios do efeito alavanca. Embocadura vendida na Loja Virtual do Cavalo de Marcha – www.equicenterpublicacoes.com.br



Outro modelo de freio duplo articulado, com estagios de regulagem nas hastes, que tem olhal para 2 niveis do efeito alavanca e podendo usar francalete como nivel intermediario. Bocal com infiltração de ferro e cobre nas laterais, para favorecer a melhor aceitação. Embocadura vendida na Loja Virtual do Cavalo de Marcha –
www.equicenterpublicacoes.com.br


Freio colombiano, super especial, de bocal em forma de “colher”, paa encaixe perfeito no palato, e tendo massageadores na curvatura do bocal e nas laterais. Hastes longas e bem curvadas, dando equilibrio na ação do efeito alavanca. Embocadura vendida na Loja Virtual do Cavalo de Marcha –
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Uma das principais falhas no uso do freio é iniciar sem adaptação, de um a dois dias, para que a boca acostume com algo novo, que é a pressão da curvatura do bocal no palato, principalmente no caso de freio de bocal de altura mediana ou alta, e de hastes mais longas e retas. O risco maior é de desenvolver o defeito de postura de cabeça muito baixa, desde que a musculatura da nuca ja esteja com algum grau de flexionamento. Caso contrário, os defeitos podem se os de oscilar a cabeça, abrir e fechar a boca, como reações que o cavalo busca para amenizar o desconforto da curvatura do bocal e/ou da pressão mais forte da barbela no queixo. Portanto, a transição mais critica de embocadura não é a do bridão para o freio-bridão, mas sim do freio-bridão para o freio. A transição será bem feita se o treinador tiver o conhecimento dos multiplos tipos de freios – convencionais, especiais, corretivos, para saber usar os recursos que cada tipo oferece, e resolver as dificuldades que inevitamente surgem ao longo do processo do adestramento.

*Lúcio Sérgio de Andrade – Zootecnista, escritor, árbitro de equideos marchadores, Pedidos de livros impressos, livros digitais em CD, DVD’s, CURSOS ONLINE, equipamento para doma e treinamento de cavalos marchadores, através do site
www.equicenterpublicacoes.com.br ou email luciozootec@gmail.com

 

 

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