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O SEU CAVALO BATE CASTANHOLA?

A. P Toledo –
– Engenheiro, Vet.  Assistant e Farrier (USA), criador de equinos e autor dos livros: Mecânica de Sustentação e Locomoção dos Eqüinos e A Locomoção dos Eqüídeos.  


Cavalgando pela estrada ou observando um concurso de marcha você escuta o seu cavalo bater a ferradura do posterior no casco anterior? Na linguagem do interior, ele está batendo castanhola.

E vamos ver como acontece isto.

Quando o casco deixa o chão e inicia o seu vôo, dependendo do seu ângulo e do alinhamento do eixo digital (eixo ântero-posterior), o deslocamento do locomotor ou passada pode acontecer de três maneiras básicas.

No primeiro caso (Fig. 1A), com o casco aparado naturalmente, quando os ossos digitais estão alinhados e o animal está na sua condição anatômica ideal, o vôo do casco acontece segundo um semicírculo, com o centro abaixo do plano do solo. É como andar de bicicleta, onde o pé voa elegantemente seguindo sempre a mesma trajetória. O auge do vôo ou ponto mais alto se dá exatamente em frente ao locomotor contrário que se encontra, em baixo, apoiado.
Nesta condição o cavalo anda com elegância, avante e com o seu rendimento máximo.



No segundo caso (Fig. 1B), quando o eixo digital é quebrado para baixo, indicando um casco com ângulo menor do que a paleta (achinelado), o tendão flexor profundo está mais esticado do que o normal e o casco voa para cima, quando o animal retira o casco do chão, no início do vôo. Neste caso, dizemos que o animal alça o casco ou harpeja. O andamento fica deselegante, como se estivesse batendo tambor e o rendimento fica prejudicado em função do alçamento.

No terceiro caso (Fig. 1.C), quando o casco é mais fincado (ângulo do digital maior  do que a paleta), o eixo digital é quebrado para cima e o tendão extensor, na parte anterior do locomotor, está tensionado além do normal.
Quando o animal retira o casco do chão, esse tendão tende a aliviar o esforço sobre ele; e adianta o ponto máximo da trajetória (vôo do casco).  Neste caso, o animal tem andamento rasteiro e chuta a grama ou o chão com a ponta do casco. Este andamento é muito comum nos posteriores dos muares.

Desta forma, vemos uma grande quantidade de cavalos e mulas  que apresentam o problema de sobre alcance ou que batem castanhola quando andam, ou seja, o casco posterior alcança o anterior antes que este saia do chão, no início da passada.
Isto acontece quando o casco posterior, fincado, avança em vôo baixo para a frente (adianta a sua trajetória) e o casco anterior, achinelado, demora para sair do chão (atrasa a sua trajetória) devido a problemas de aparação incorreta.

Da mesma forma, podemos corrigir o problema com a aparação consciente dos cascos, respeitando a condição anatômica ideal do cavalo ou muar. A correção é feita, inicialmente, aumentando o ângulo do casco anterior e  verificando com o gabarito de casco o ângulo ideal, que deve ser igual ao da paleta, após a aparação.

O mesmo deve ser feito no casco posterior, diminuindo o ângulo do casco, verificando com o gabarito de casco o ângulo ideal, para ficar igual ou maior do que o ângulo da paleta,  após a aparação; e, se necessário, dando um pequeno rolamento de pinça nos posteriores.

Assim, a aparação consciente dos cascos evita muitos problemas de locomoção dos cavalos atletas, que podem, ainda,  resultar em afecções do sistema locomotor.

A Toledo tem produtos, equipamentos e cursos mensais sobre o assunto, formando ferradores, desde 1984, no Centran Toledo. Fale conosco.

Email: toledohorse@toledohorse.com.br
Tel/fax: (12) 3922 4921 – 9151 1687

 

 

 

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